Hospital, clínica e home care recebem dezenas de currículos de técnico de enfermagem para cada vaga. Quem faz a triagem confere três coisas antes de tudo: se o registro no COREN está ativo, em quais setores você já atuou e se a sua disponibilidade de escala bate com a da vaga. Se essas informações estiverem no topo, o resto do currículo é lido com outros olhos.
O que precisa aparecer logo no começo
- COREN: número e estado do registro, logo abaixo do nome. Sem registro ativo não há contratação.
- Setores: UTI, pronto-socorro, clínica médica, centro cirúrgico, pediatria. O setor diz mais que o nome do hospital.
- Escala: 12x36 diurno, noturno, plantões extras. Informe o que você aceita.
- Cidade e bairro: muita vaga prioriza quem mora perto, por causa dos plantões.
Como descrever a experiência
Em vez de repetir “cuidados de enfermagem” em todas as experiências, diga o setor, o tipo de paciente e os procedimentos que você fazia. Isso mostra ao recrutador que você chega sabendo a rotina.
Habilidades técnicas que valem citar
- Administração de medicamentos: vias oral, intramuscular, subcutânea e endovenosa.
- Procedimentos: punção venosa, sondagem, curativos, coleta de exames.
- Monitorização: sinais vitais, glicemia capilar, balanço hídrico.
- Registro: prontuário eletrônico e o sistema que o hospital usava, se for conhecido no mercado.
- Segurança: protocolos de identificação do paciente, prevenção de quedas e de lesão por pressão.
Cursos que fazem diferença
Além do curso técnico, liste os cursos ligados ao setor da vaga: suporte básico de vida (BLS), urgência e emergência, instrumentação cirúrgica, sala de vacina. Cursos com carga horária e instituição passam mais confiança do que uma lista solta.
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Escrito por
Equipe Curriculum Vitae
Conteúdo editorial
Guias escritos pela equipe do Curriculum Vitae a partir do que recrutadores e sistemas de triagem (ATS) avaliam em um currículo.



